sábado, 26 de dezembro de 2009

Novidades no Mej em 2010

Olá Amigos do Blog do Mej , Nesse Próximo Ano Estaremos Trazendo Novidades
Com o Jornal Boa Nova e Muitas Atividades Aqui no Blog, Twitter e Myspace.
Fiquem Atentos
2010 Vem Logo Aí

Um Só Coração e Uma Só Alma !!!!

domingo, 11 de outubro de 2009

Expediente

O jornal Boa Nova é produzido por jovens integrantes do MEJ e jovens colaboradores de outras pastorais. A equipe que participou desta edição: Rafael Bernardo, Èrika Souza, Patricia Fernandes, Leonie Gouveia, Fabiano Cesar e Rochester. Se você quer contribuir, fazer um comentário, dar sugestões para o jornal, entre em contato com a gente atraves destes endereços:

http://canalmej.blogspot.com/

http://twitter.com/_CANALMEJ

http://www.myspace.com/canalmej

canalmej.pilares@gmail.com

Colabore com o Boa Nova

O Jornal Boa Nova quer a sua participação na escolha das nossas pautas, pois este jornal foi feito para que voce que pertence á Comunidade de São Benedito de Pilares.
Aproveitamento para lembrar da sua missão, você pode contibuir e muito para que a cada mês o Boa Nova fique melhor, por isso, nós da equipe, lançamos a primeira enquete " VAMOS ANUNCIAR! "
Você já pode ir pensando em um dos temas para a edição do mês de DEZEMBRO. Veja as opções:

(1) Santidade
(2) Seitas e Religiões
(3) Aborto - um crime contra a vida
(4)Drogas
(5) Gravidez na Adolescência

Fale com a gente ao final das missas das 11 horas, vamos nos apresentar nos avisos paroquias.

email para contato:
canalmej.pilares@gmail.com

Um Só Coração e Uma Só Alma !

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Dia da Exaltação da Santa Cruz.

Nos reunimos com todos os Santos, neste dia, para exaltar a Santa Cruz, que é fonte de santidade e símbolo revelador da vitória de Jesus sobre o pecado, morte e demônio; também na Cruz encontramos o maior sinal do amor de Deus, por isso :
"Nós, porém, pregamos um Messias crucificado, escândalo para os judeus, loucura para os pagãos " (I Cor 1,23)

Esta festividade está ligada à dedicação de duas importantes basílicas construídas em Jerusalém por ordem de Constantino, filho de Santa Helena. Uma, construída sobre o Monte do Gólgota e outra, no lugar em que Cristo Jesus foi sepultado e ressuscitado pelo poder de Deus.

A dedicação destas duas basílicas remonta ao ano 335, quando a Santa Cruz foi exaltada ou apresentada aos fiéis. Encontrada por Santa Helena, foi roubada pelos Persas e resgatada pelo imperador Heráclio. Graças a Deus a Cruz está guardada na tradição e no coração de cada verdadeiro Cristão, por isso neste dia, a Igreja nos convida a rezarmos :
" Do Rei avança o estandarte, fulge o mistério da Cruz, onde por nós suspenso o autor da vida, Jesus. Do lado morto de Cristo, ao golpe que lhe vibravam, para lavar meu pecado o sangue e a água jorravam. Árvore esplêndida bela de rubra púrpura ornada dos santos membros tocar digna só tu foste achada".


Santa Cruz...sede a nossa salvação!

Materia tirada de:

http://www.cancaonova.com/portal/canais/liturgia/santo/index.php?&dia=14&mes=9&ano=2009

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Como eu sei quando é amor?

Nunca se pode avaliar uma relação pela intensidade dos sentimentos, porque eles vão e vêm, sobem e baixam.

Sentir-se apaixonado é emocionante, mas nunca se deve confundir a emoção com o amor. Por exemplo, um rapaz pode ter sentimentos verdadeiros por uma garota, mas isso não garante que ele a ame. A verdadeira medida do amor é fazer o bem à pessoa amada. Claro, isso não é fácil. Por isso o amor verdadeiro é algo escasso, e isso o faz mais belo e valioso.

O contrário de amar é usar. Por exemplo, os rapazes frequentemente usam as garotas para sua satisfação física, e as garotas usam os rapazes para sua satisfação social ou emocional. Mas nunca estão satisfeitos. Tenho falado com milhares de alunas de colégio e de universidade e nunca encontrei uma garota sequer quer quisesse ter uma série de relações físicas. Mas encontrei, sim, um número incontável de mulheres que buscam o amor fazendo isso. Talvez estejam confundindo a atração física com o amor, ou buscam confirmar seu próprio valor, coisa que seus pais nunca lhes demonstraram. De qualquer maneira, essas garotas não encontraram o que buscavam.

Da mesma maneira, encontrei-me com “sedutores” que dizem que desejam saber como é amar a uma mulher em vez de usá-la ou de fazer-lhe mal. Não era sua intenção ferir as garotas, mas ninguém lhes ensinou como tratar as mulheres com reverência. Insatisfeitos com uma vida de “ficas” e sexo casual, no longo prazo se deram conta de que o conquistar uma mulher sexualmente era perder a razão pela qual são homens. Unicamente na entrega de si mesmos em um amor autêntico podiam se encontrar.

Se você vive uma vida sexual ativa e está tratando de descobrir se realmente é amor, faça a prova do amor. Retire a parte sexual de sua relação e viva a virtude da castidade. Quando passa a paixão sexual, se pode ver se havia amor desde o princípio, se lhe amam como pessoa. Não tenha medo de fazer isso, porque somente quando o amor é colocado à prova é que se pode ver seu verdadeiro valor. (1)
Por Jason Evert

(1)Karol Wojtila, Amor e Responsabilidade (San Francisco, Ignatius Press, 1993), p. 134.

Trecho do livro “Amor Puro”, de Jason Evert. San Diego: Catholic Answers, 2007

Desejo ou Prazer?

Tornar-se pessoa é estabelecer o equilíbrio entre dois pilares: disposição de si e disponibilidade para o outro. Uma pessoa estabelecida nesta harmoniosa construção tem mais facilidade de lidar com sua vida afetiva, com seus conflitos e com suas conquistas.

Sempre que falamos da vida afetiva, de alguma forma, esbarramos em dois conceitos fundamentais: desejo e prazer. Esses dois conceitos fazem parte da vida humana e, o tempo todo, estão perpassando nossas condutas, escolhas e atitudes. Somos movidos pelos desejos e pelo prazeres.

Fundamentado como pessoa, torna-se mais fácil viver a dinâmica do prazer sem dele tornar-se escravo e, ao mesmo tempo, saber descobrir o desejo com elemento vital que traz duração às relações humanas estabelecidas.

Esta reflexão é importante uma vez que um dos grandes limites encontrados nas pessoas é a busca desenfreada do prazer, seguido pelo desconhecimento da força que há no desejo.

Quanto maior a fragilidade de uma pessoa, maior é a facilidade que ela terá de entregar-se ao mundo do prazer, que naturalmente nega qualquer forma de sacrifício. Incapacitada de viver os limites próprios de qualquer processo de escolha e os sofrimentos que dele provêm, a pessoa passa a interpretar a vida de maneira ingênua e simplista. Já na expectativa do desejo, a vida é mais real. Há sempre o espaço para o sacrifício, a luta, o desafio.

Por isso, faremos agora uma distinção que é de suma importância neste momento de nossa reflexão: desejo e prazer.

Há uma diferença fundamental a ser observada. Desejo não é o mesmo que prazer. Quando não diferenciamos essas duas realidades, incorremos no erro de estabelecer relações objetais, isto é, tratar o outro como um objeto do nosso prazer. A busca pelo prazer pode nos cegar para a dignidade do outro e conseqüentemente acorrentá-lo nos cativeiros de nosso egoismo.

Quando vivemos na esfera do desejo, isso se torna muito diferente, pois o desejo é bem mais profundo que o prazer. O desejo parece atuar em nossas motivações mais consistentes, e, assim naturalmente tendemos a descobrir sacrifícios e as limitações como processo natural para o crescimento que necessitamos.

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Anel de compromisso.

Anel de compromisso.

Por que a aliança é usada no 4º dedo???

Uma lenda chinesa conseguiu explicar de uma maneira bonita e muito convincente:

Os polegares representam os pais.
Os indicadores representam teus irmãos e amigos.
O dedo médio representa a vc mesmo.
O dedo anelar (quarto dedo) representa o seu cônjuge.
O dedo mindinho representa seus filhos.
Agora junta suas mãos palma com palma, depois, une os dedos médios de forma que fiquem apontando a vc mesmo, como na imagem….





Agora tenta separar de forma paralela seus polegares (representam seus pais) você vai notar que eles se separam porque seus pais não estão destinados a viver com vc ate o dia da sua morte, una os dedos novamente.

Agora tenta separar igualmente os dedos indicadores (representam seus irmãos e amigos), você vai notar que também se separam porque eles se vão, e tem destinos diferentes como se casar e ter filhos.

Tente agora separar da mesma forma os dedos mindinhos (representam seus filhos) estes também se abrem porque seus filhos crescem e quando já não precisam mais de nos se vão, una os dedos novamente.

Finalmente, tente separar seus dedos anelares (o quarto dedo que representa seu cônjuge) e você vai se surpreender ao ver que simplesmente não consegue separá-los. Isto se deve ao fato de que um casal está destinado a estar unido até o último dia da sua vida e é por isso que o anel se usa neste dedo.

Quem espera sempre alcança…

” A esperança, com efeito, é para nós como uma âncora, segura e firme.”

(Hb 6,19)

Em tantas maneiras eu poderia iniciar esta partilha, mas a melhor para começar é pela Palavra de Deus, esta que me impulsiona e me leva a viver a expectativa da vinda de Jesus. Mas trazemos muitos anseios em nosso coração, e com certeza nesta semana muitos devem estar pensando… “Meu Deus, porque eu ainda não estou namorando?????????”

Poderia colocar aqui muitas questões, mas deixo você com a tua…afinal, precisamos algumas vezes entrar em nós mesmos e vasculhar para achar aquela perguntinha e buscar a resposta…agora eu solto aquela gargalhada..sabe por que???? Porque algumas respostas eu não achei ainda!!!!!! Mas isso faz parte de viver pela fé…acreditar naquilo que não se vê, mas ter a certeza de que está nas melhores mãos…nas de Deus!

Escrevendo para esta semana, me recordo de alguns anos atrás que eu fazia a novena das Rosas de Santa Teresinha para que eu pudesse arranjar um namorado, e eu falava para ela todos os detalhes, do jeitinho que eu queria, rsrs…ai Jesus, eu sempre ousada!!! Hoje vivo uma realidade dentro da Comunidade que é o ano do Senhor, que não resumo em ser um ano que não posso namorar, mas o ano que me descubro no Carisma…não vou me estender nestes detalhes…mas vamos falar na grande questão: “Esperar no Senhor!”.

Você é Feliz


Você é feliz?

A felicidade exige de nós comportamentos que não são compatíveis com a facilidade. Não nos tornamos felizes carregando uma vara de condão que transforma tudo em felicidade. É preciso subir montanhas, insistir em esforços prolongados; acreditar, até ao heroísmo. Por vezes, reunimos todas as forças e não sabemos se aguentamos até ao fim do dia.
Mas temos a certeza de um pôr do sol!
A felicidade é um processo que exige escolhas.
Sendo assim escolhemos por fazer um programa todo especial na cidade do SoL – Natal/RN.
Não perca dia 21/06 um programa falando sobre felicidade.
O que é ser feliz.
E pra você o que é felicidade?
Deixe aqui sua opinião sobre o que é felicidade.
Tamu junto

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Passeio do Mej Dia 01/02/2009

O Passeio para o sítio será dia 01/02/2009. O valor será R$ 20, pra cada pessoa. Pagar preferencialmente até domingo (25/01) ou então até o dia 28/01.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Maria, Mãe de Deus


Theotokos - título criado pelos cristãos

A contemplação do mistério do nascimento do Salvador tem levado o povo cristão não só a dirigir-se à Virgem Santa como à Mãe de Jesus, mas também a reconhecê-la como Mãe de Deus. Essa verdade foi aprofundada e compreendida como pertencente ao patrimônio da fé da Igreja, já desde os primeiros séculos da era cristã, até ser solenemente proclamada pelo Concílio de Éfeso no ano 431.
Na primeira comunidade cristã, enquanto cresce entre os discípulos a consciência de que Jesus é o filho de Deus, resulta bem mais claro que Maria é a Theotokos, a Mãe de Deus. Trata-se de um título que não aparece explicitamente nos textos evangélicos, embora eles recordem “a Mãe de Jesus” e afirmem que ele é Deus (Jô. 20,28; cf. 05,18; 10,30.33). Em todo o caso, Maria é apresentada como Mãe do Emanuel, que significa Deus conosco (cf. mt. 01,22-23).
Já no século III, como se deduz de um antigo testemunho escrito, os cristãos do Egito dirigiam-se a Maria com esta oração: “Sob a vossa proteção procuramos refúgio, santa Mãe de Deus: não desprezeis as súplicas de nós, que estamos na prova, e livrai-nos de todo perigo, ó Virgem gloriosa e bendita” (Da Liturgia das Horas). Neste antigo testemunho a expressão Theotokos, “Mãe de Deus”, aparece pela primeira vez de forma explícita.
Na mitologia pagã, acontecia com freqüência que alguma deusa fosse apresentada como Mãe de um deus. Zeus, por exemplo, deus supremo, tinha por Mãe a deusa Reia. Esse contexto facilitou talvez, entre os cristãos, o uso do título “Theotokos”, “Mãe de Deus”, para a Mãe de Jesus. Contudo, é preciso notar que este título não existia, mas foi criado pelos cristãos, para exprimir uma fé que não tinha nada a ver com a mitologia pagã, a fé na concepção virginal, no seio de Maria, d’Aquele que desde sempre era o Verbo Eterno de Deus.
No século IV, o termo Theotokos é já de uso freqüente no Oriente e no Ocidente. A piedade e a teologia fazem referência, de modo cada vez mais freqüente, a esse termo, já entrado no patrimônio de fé da Igreja.
Compreende-se, por isso, o grande movimento de protesto, que se manifestou no século V, quando Nestório pôs em dúvida a legitimidade do título “Mãe de Deus”. Ele de fato, propenso a considerar Maria somente como Mãe do homem Jesus, afirmava que só era doutrinalmente correta a expressão “Mãe de Cristo”. Nestório era induzido a este erro pela sua dificuldade de admitir a unidade da pessoa de Cristo, e pela interpretação errônea da distinção entre as duas naturezas – divina e humana – presentes n’Ele.
O Concílio de Éfeso, no ano 431, condenou as suas teses e, afirmando a subsistência da natureza divina e da natureza humana na única pessoa do Filho, proclamou Maria Mãe de Deus.
As dificuldades e as objeções apresentadas por Nestório oferecem-nos agora a ocasião para algumas reflexões úteis, a fim de compreendermos e interpretarmos de modo correto esse título.
A expressão Theotokos, que literalmente significa “aquela que gerou Deus”, à primeira vista pode resultar surpreendente; suscita, com efeito, a questão sobre como é possível que uma criatura humana gere Deus. A resposta da fé da Igreja é clara: a maternidade divina de Maria refere-se só a geração humana do Filho de Deus e não, ao contrário, à sua geração divina. O Filho de Deus foi desde sempre gerado por Deus Pai e é-Lhe consubstancial. Nesta geração eterna Maria não desempenha, evidentemente, nenhum papel. O Filho de Deus, porém, há dois mil anos, assumiu a nossa natureza humana e foi então concebido e dado à luz Maria.
Proclamando Maria “Mãe de Deus”, a Igreja quer, portanto, afirmar que Ela é a “Mãe do Verbo encarnado, que é Deus”. Por isso, a sua maternidade não se refere a toda a Trindade, mas unicamente à segunda Pessoa, ao Filho que, ao encarnar-se, assumiu dela a natureza humana.
A maternidade é relação entre pessoa e pessoa: uma mãe não é Mãe apenas do corpo ou da criatura física saída do seu seio, mas da pessoa que ela gera. Maria, portanto, tendo gerado segundo a natureza humana a pessoa de Jesus, que é a pessoa divina, é Mãe de Deus.
Ao proclamar Maria “Mãe de Deus”, a Igreja professa com uma única expressão a sua fé acerca do Filho e da Mãe. Esta união emerge já no Concílio de Éfeso; com a definição da maternidade divina de Maria, os Padres queriam evidenciar a sua fé a divindade de Cristo. Não obstante as objeções, antigas e recentes, acerca da oportunidade de atribuir este título a Maria, os cristãos de todos os tempos, interpretando corretamente o significado dessa maternidade, tornaram-no uma expressão privilegiada da sua fé na divindade de Cristo e do seu amor para com a Virgem.
Na Theotokos a Igreja, por um lado reconhece a garantia da realidade da Encarnação, porque – como afirma Santo Agostinho – “se a Mãe fosse fictícia seria fictícia também a carne... fictícia seriam as cicatrizes da ressurreição” (Tract. In Ev. loannis, 8,6-7). E, por outro, ela contempla com admiração e celebra com veneração a imensa grandeza conferida a Maria por Aquele que quis ser seu filho. A expressão “Mãe de Deus” remete ao Verbo de Deus que, na Encarnação, assumiu a humildade da condição humana, para elevar o homem à filiação divina. Mas esse título, à luz da dignidade sublime conferida à Virgem de Nazaré, proclama, também, a nobreza da mulher e sua altíssima vocação. Com efeito, Deus trata Maria como pessoa livre e responsável, e não realiza a Encarnação de seu Filho senão depois de ter obtido o seu consentimento.
Seguindo o exemplo dos antigos cristãos do Egito, os fiéis entregam-se Àquela que, sendo Mãe de Deus, pôde obter do divino Filho as graças da libertação dos perigos e da salvação eterna.

Extraído do livro A virgem Maria
João Paulo II

Namorar ou "Ficar"?


Quem "fica" escraviza-se em padrões que estipula para os outros

Quem ama de verdade quer compromisso. Para isso existe o namoro.
Tempo de conhecimento, identificação de idéais e troca de afetos para, depois, assumir, com a pessoa amada, um sacramento para toda vida.
Ultimamente, temos presenciado uma liberalidade e relativização de muitos conceitos de moral e ética que deturparam a mentalidade, principalmente, dos jovens na área afetiva e sexual. Os namoros são desregrados e sem o sentido do amor verdadeiro. Tudo é válido pela busca do próprio prazer.
Surgiu então o "Ficar"! Comportamento de quem namora sem assumir a essência de um relacionamento: o compromisso.
Por que, então, não se deixar levar por essa onda?
Primeiramente, essa prática é contrária aos princípios cristãos e ao sentido pleno da existência humana. Fomos criados para amar e não para viver o egoísmo.
As pessoas aprendem a qualificar as outras por padrões pré-fixados, seja pela mídia, modismos ou por status; beleza física, condição social, influência que a pessoa possui, etc. Isso os faz parar nas primeiras impressões a respeito dos outros. Não existe a amizade, só o interesse de um tempo que o faz olhar somente para o exterior dos outros, como se fossem um produto. Deixa de existir a oportunidade de um casal aprender a se amar pelas diferenças, pelos erros e pela capacidade de perdão. Também não há espaço para mostrar machucaduras e defeitos, pois o que conta é o que o outro aparenta de melhor.
Outro ponto é quando os padrões saem da concepção própria e são influenciados pela opinião dos amigos. Um exemplo, é deixar de estar com alguém que se está aprendendo a amar pela não aceitação do seu circulo de amizades. Ou então, querer "ficar" com alguém popular e o maior número de parceiros (as) para causar boa impressão no grupo. Isso também não é positivo.
Há também a dimensão do orgulho e da vaidade. Os dons e qualidades de um ser humano são colocados à disposição da sensualidade e da sedução.
Na Palavra de Deus, podemos também encontrar argumentos contrários à prática do "ficar";. O Livro da Sabedoria, no capítulo 1, versículo 16, começa a narrar o pensamento do ímpio e se estende até o capitulo 2, onde, no versículo 6, diz assim: "Agora, portanto, gozemos dos bens presentes e aproveitemos das criaturas com ânsia juvenil".
Quem tem o anseio de santidade e de um dia constituir uma família, não pode pensar e agir como os ímpios. "Ficar" é moldar-se a não assumir compromissos.
Se você pretende viver a sua dimensão afetiva da melhor forma possível, ou melhor, se você quer colocar intensidade na natureza do seu coração, não tenha iniciativas de olhar o outro como um mar que deságua rios de egoísmo, e sim, viver tudo o que o amor tem a oferecer.
Amar é simples no ser, mas requintado no servir, porque é para alguém que faz parte da sua existência. Namore, conheça, encare a outra pessoa como um mistério a ser desvendado, aprofunde a amizade, seja parte da vida dela, em pouco tempo você estará participando da sua confiança. Tenha sentimentos puros, acredite na pessoa, ajude-a a se descobrir nas mais belas aventuras dentro dela mesma, viaje por caminhos do seu interior, no qual sempre estiveram abertas as estradas, mas das quais nunca foram contempladas as belezas. Direcione sua afetividade, a capacidade de amar que há em você, para onde vale realmente a pena investir.
Seja curado por seu relacionamento e não destruído por ele! Não aceite ser vítima de si mesmo, por não corresponder a toda força do amor que existe em você. Não seja um refém da imposição que este mundo nos submete, ensinando o que é errado como se fosse uma virtude.
Um grande abraço!

Sandro Ap. Arquejada Missionário Canção Nova/SP..

Mensagem de Ano Novo aos jovens


Que sejam superadas as injustiças e as incompreensões
Estou enviando a todos vocês, jovens, um pequeno texto da mensagem do Papa para o dia 1 de janeiro 2009, dia mundial da paz. Uno-me a cada um e a cada uma de vocês neste caminho de um ano novo de paz e de justiça.
“A Igreja, que é “sinal e instrumento da íntima união com Deus e da unidade de todo o gênero humano”, continuará a dar a sua contribuição para que sejam superadas as injustiças e as incompreensões e se chegue a construir um mundo mais pacífico e solidário.
A luta contra a pobreza precisa de homens e mulheres que vivam profundamente a fraternidade e sejam capazes de acompanhar pessoas, famílias e comunidades por percursos de autêntico progresso humano, abandonar a mentalidade que considera os pobres – pessoas e povos – como um fardo e como importunos maçadores, que pretendem consumir tudo o que os outros produziram.
“Os pobres pedem o direito de participar no usufruto dos bens materiais e de fazer render a sua capacidade de trabalho, criando assim um mundo mais justo e mais próspero para todos”. (João Paulo II). Só a insensatez pode induzir a construir um palácio dourado, tendo, porém, ao seu redor o deserto e o degrado. Por si só, a globalização não consegue construir a paz; antes, em muitos casos, cria divisões e conflitos. A mesma põe a descoberto, sobretudo, uma urgência: a de ser orientada para um objetivo de profunda solidariedade que aponte para o bem de cada um e de todos.
“Dai-lhes vós mesmos de comer” (Lc 9, 13) Fiel a este convite do seu Senhor, a Comunidade Cristã não deixará, pois, de assegurar o seu apoio à família humana inteira nos seus impulsos de solidariedade criativa, mas, sobretudo, a alterar “os estilos de vida, os modelos de produção e de consumo, as estruturas consolidadas de poder que hoje regem as sociedades” A cada discípulo de Cristo, bem como a toda a pessoa de boa vontade, dirijo, no início de um novo ano, um caloroso convite a alargar o coração às necessidades dos pobres e a fazer tudo o que lhes for concretamente possível para ir sem seu socorro.
De fato, aparece como indiscutivelmente verdadeiro o axioma “combater a pobreza é construir a paz”. FELIZ 2009, combatendo a pobreza e construindo a paz.

Dom Anuar Battisti

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